Antônio Carlos Freixo Júnior Movimentou R$ 1,2 Milhão em Espécie

Movimentos Financeiros e Transações Imobiliárias
Antônio Carlos Freixo Júnior, popularmente chamado de "Mineiro", é o foco da terceira fase da Operação Carbono Oculto. Ele movimentou a quantia de R$ 1,2 milhão em espécie e, segundo o Ministério Público de São Paulo (MP-SP), também esteve envolvido em transações imobiliárias que somam cerca de R$ 1,6 bilhão, as quais foram qualificadas como atípicas e suspeitas.
Responsável pela empresa Entre Investimentos (Grupo Entre), Freixo Júnior possui ligações financeiras com Daniel Vorcaro, ex-proprietário do falido Banco Master. Ademais, a estrutura de seu grupo empresarial foi relacionada ao financiamento de um fundo de investimento denominado Dark Horse.
Prêmios de Loteria e Ações do Ministério Público
Dentre os dados coletados pelos investigadores que sugerem lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio, os seguintes se destacam:
- Premiações em Loteria: O relatório do MP-SP revela que Freixo Júnior seria um suposto vencedor de 570 prêmios de loteria, totalizando aproximadamente R$ 17,6 milhões.
- Desdobramentos da Operação: A atual fase da Operação Carbono Oculto visa intensificar o combate à lavagem de dinheiro no setor de combustíveis, assim como o uso de contas passadeiras e de pessoas interpostas, conhecidas como "laranjas", para esconder ativos de organizações ilícitas.